O NTEEL PV divulga os resultados da segunda etapa do processo seletivo de bolsista para atuação em projeto de pesquisa. As(os) candidatas(os) que obtiveram nota igual ou superior a 6,0 foram classificadas(os) para a terceira etapa do processo seletivo.
| Número da(o) candidata(o) |
Nota 2º Etapa |
|
| 03 |
8,5 |
classificada(o) |
| 05 |
8,0 |
classificada(o) |
| 08 |
8,0 |
classificada(o) |
| 09 |
8,0 |
classificada(o) |
| 11 |
7,0 |
classificada(o) |
| 06 |
0,0* |
não classificada(o) |
* A(o) candidata(o) enviou o mesmo arquivo para as etapas 1 e 2 do processo seletivo.
Obs 1: As(os) candidatas(os) que não enviaram a documentação solicitada ou a tarefa proposta na etapa 2 foram desclassificadas(os).
Obs 2: A terceira etapa do processo seletivo será a entrevista e a análise do currículo.
Obs 3: As(os) candidatas(os) serão comunicadas(os) por e-mail sobre o horário da sua respectiva entrevista.
Obs 4: As entrevistas serão realizadas no dia 20/02/2026 na parte da manhã.
O NTEEL PV divulga os resultados da primeira etapa do processo seletivo de bolsista para atuação em projeto de pesquisa. As(os) candidatas(os) que obtiveram nota igual ou superior a 6,0 foram classificadas(os) para a segunda etapa do processo seletivo.
| Número da(o) candidata(o) |
Nota 1º Etapa |
|
| 05 |
9,0 |
classificada(o) |
| 03 |
8,0 |
classificada(o) |
| 08 |
8,0 |
classificada(o) |
| 09 |
8,0 |
classificada(o) |
| 04 |
7,0 |
classificada(o) |
| 06 |
7,0 |
classificada(o) |
| 12 |
7,0 |
classificada(o) |
| 11 |
6,0 |
classificada(o) |
Obs 1: As(os) candidatas(os) receberão instruções por e-mail sobre a continuidade do processo seletivo.
Obs 2: As(os) candidatas(os) que não enviaram a documentação solicitada ou a tarefa proposta foram desclassificadas(os).
📢 VAGA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (NTEEL/UFSC)
Área/tema:
Inteligência Artificial Aplicada a Sistemas Fotovoltaicos
Está aberta vaga de Iniciação Científica no Núcleo Tecnológico em Energia Elétrica (NTEEL) com bolsa CNPq para atuação em projeto de pesquisa na área de Energia Solar Fotovoltaica, com foco no uso de inteligência artificial aplicada a sistemas fotovoltaicos.
👤 Perfil desejado do(a) estudante
- Cursos: Engenharia de Energia ou Engenharia de Computação ou Tecnologias da Informação e Comunicação
- Fase mínima: a partir da 4ª fase
- Conhecimentos desejáveis:
- Estatística aplicada
- Programação
- Fundamentos de inteligência artificial
- Escrita científica
Soft skills esperadas:
- Interesse por pesquisa científica e inovação
- Proatividade e autonomia no aprendizado
- Organização e responsabilidade com prazos
- Capacidade de trabalhar em equipe
- Pensamento crítico e curiosidade científica
⏱️ Carga horária
🔬 Atividades a serem desenvolvidas
- Revisão sistemática e narrativa da literatura científica
- Análise e tratamento de dados experimentais e operacionais
- Coleta de dados experimentais em sistemas fotovoltaicos
- Apoio na redação de artigos científicos
- Desenvolvimento de sistemas computacionais baseados em inteligência artificial
💰 Bolsa
- Bolsa CNPq no valor de R$ 700,00 mensais.
📅 Início das atividades
♀️ Diversidade e inclusão
- A participação de mulheres é fortemente encorajada, em consonância com ações de promoção da equidade de gênero na ciência, tecnologia e inovação.
📩 Inscrições
- Manifestações de interesse até: 30/01 (e-mail: giuliano.rampinelli@ufsc.br).
Enquanto a Apine defendeu que a GD participe proporcionalmente dos cortes, a Absolar argumentou que a medida penalizaria pequenos consumidores e ameaçaria milhares de empregos do setor solar. O embate expôs a disputa entre grandes geradores e produtores de menor porte em torno de como lidar com o crescente problema do curtailment no Brasil. A criação de um marco para o armazenamento também entrou no debate.

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Entre os principais desafios atuais do setor elétrico brasileiro, o curtailment tem ocupado o centro dos debates. A EPE tem concentrado esforços em quatro grandes frentes para reduzir os cortes de geração no Sistema Interligado Nacional (SIN). A primeira delas é a realização de estudos de expansão, voltados à definição de obras estruturantes.
O segundo eixo de atuação da EPE envolve estudos prospectivos voltados à integração de grandes cargas, que podem desempenhar papel estratégico na redução do curtailment por razões energéticas. A projeção é de inserção de novos grandes consumidores até 2038, com destaque para hidrogênio verde e data centers. Outra frente de atuação é o desenvolvimento de ferramentas computacionais para aprimorar análises e simulações eletroenergéticas.
O quarto conjunto de ações envolve a expansão da oferta de geração, com foco em incorporar e tratar os excedentes de energia na modelagem do planejamento. No próximo Plano Decenal de Energia (PDE 2035), a expectativa é que a análise de soluções de armazenamento ganhe maior destaque, já que começam a se mostrar economicamente viáveis e deverão desempenhar papel fundamental na mitigação do curtailment por razões energéticas.
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Estão abertas as submissões de resumos expandidos para o VI SIMPPGES – Simpósio do Programa de Pós-Graduação em Energia e Sustentabilidade.
Podem ser submetidos trabalhos nas seguintes modalidades:
– Estudos de Caso / Relatos de Experiência
– Estudos Experimentais e/ou Computacionais
– Revisões Bibliográficas
– Análises Críticas
As propostas devem estar inseridas em uma das áreas temáticas do simpósio:
– Conversão, Transporte e Uso de Energia
– Recursos Energéticos, Ambiente e Materiais Funcionais
– Sistemas de Computação e Controle para Energia
📆 Data limite para submissão: 20 de setembro de 2025
📌 Acesse o regulamento completo e os templates para submissão clicando aqui.
Participe e compartilhe seu conhecimento com a comunidade científica!
Sua contribuição é essencial para o fortalecimento das pesquisas na área de energia.
A fonte solar acaba de atingir a marca de 60 GW de potência instalada operacional no Brasil, segundo balanço da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). De acordo com a entidade, desde 2012, o setor fotovoltaico trouxe ao Brasil mais de R$ 270 bilhões em novos investimentos, gerou mais de 1,8 milhão de novos empregos verdes e contribuiu com mais de R$ 84,4 bilhões em arrecadação aos cofres públicos.
O balanço considera o somatório da geração própria solar via pequenos e médios sistemas (com 42,1 GW) e das grandes usinas solares (com 17,9 GW) espalhadas pelo país. Com isso, a fonte solar já evitou a emissão de cerca de 88,3 milhões de toneladas de CO₂ na geração de eletricidade, contribuindo para a transição energética no Brasil. Atualmente, a fonte representa 23,5% de toda a capacidade instalada da matriz elétrica brasileira, sendo a segunda maior da matriz.
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Em 2024, a energia solar era, em média, 41% mais barata do que as alternativas de combustíveis fósseis de menor custo, enquanto os projetos eólicos terrestres eram 53% mais baratos. A energia eólica terrestre permaneceu como a fonte mais acessível de nova eletricidade renovável, com um custo nivelado de energia de US$ 0,034/kWh, seguida pela energia solar fotovoltaica, a US$ 0,043/kWh.
As energias renováveis mantêm sua liderança em custos nos mercados globais de energia, confirma o novo relatório da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena) Renewable Power Generation Costs in 2024. O relatório confirma que as energias renováveis mantiveram sua vantagem de preço sobre os combustíveis fósseis, com reduções de custo impulsionadas pela inovação tecnológica, cadeias de suprimentos competitivas e economias de escala.

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A EPE é uma empresa pública, instituída nos termos da Lei n° 10.847, de 15 de março de 2004, e do Decreto n° 5.184, de 16 de agosto de 2004. Sua finalidade é prestar serviços na área de estudos e pesquisas destinados a subsidiar o planejamento do setor energético, tais como energia elétrica, petróleo e gás natural e seus derivados, carvão mineral, fontes energéticas renováveis e eficiência energética, dentre outras. A Lei n° 10.847, em seu Art. 4º, inciso II, estabelece entre as competências da EPE a de elaborar e publicar o Balanço Energético Nacional – BEN.
O relatório consolidado do Balanço Energético Nacional – BEN documenta e divulga, anualmente, extensa pesquisa e a contabilidade relativas à oferta e consumo de energia no Brasil, contemplando as atividades de extração de recursos energéticos primários, sua conversão em formas secundárias, a importação e exportação, a distribuição e o uso final da energia.
Acesse o Balanço Energético Nacional em: clique aqui
O Roadmap Tecnológico de Recursos Energéticos Distribuídos (RED), elaborado pela Superintendência de Estudos Econômico-Energéticos da Empresa de Pesquisa Energética, no âmbito do acordo de cooperação técnica com o Itaipu Parquetec, apresenta uma análise das perspectivas tecnológicas e regulatórias da difusão de RED no Brasil no horizonte até 2055. Dividido em duas notas técnicas, intituladas “Perspectivas regulatórias para a geração e armazenamento distribuídos” e “Tendências tecnológicas e curvas de custo para a geração e armazenamento distribuídos”, o roadmap apresenta um conjunto de discussões sobre a difusão destes recursos, com o objetivo de apoiar a tomada de decisão por parte de entidades públicas e privadas e do planejamento energético nacional.
Acesse o Roadmap em: clique aqui