-
Energia Solar Fotovoltaica se torna a terceira maior fonte da matriz elétrica nacional
A Energia Solar Fotovoltaica passou a ser a terceira fonte energética, em capacidade instalada, da matriz elétrica nacional, ao ultrapassar em julho de 2022 a potência instalada das usinas termelétricas a gás natural e a biomassa, segundo levantamento da Absolar – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica feito a partir dos dados de acompanhamento de geração da Aneel.
Com 16.414 MW instalados em usinas centralizadas e de geração distribuída, o equivalente a 8,1% da matriz, a energia solar só fica atrás agora da energia hídrica, ainda predominante no País, com 109,5 GW de capacidade (53,9%), e da energia eólica, com 21,9 GW, ou 10,8% do total. Com a nova potência instalada, a energia solar supera a energia termelétrica a gás natural (16.373 MW) e as de biomassa e biogás (16.309 MW), cujas participações somam, de acordo com o levantamento, 8,1% e 8% da matriz, respectivamente.
De acordo com dados da Absolar, a energia solar já trouxe ao Brasil, desde 2012, mais de R$ 86,2 bilhões em novos investimentos, R$ 22,8 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 479,8 mil empregos acumulados. Os aportes também evitaram a emissão de 23,6 milhões de toneladas de CO2.
Leia a matéria completa em: clique aqui
Para saber as novidades do mercado fotovoltaico: clique aqui
-
Usinas Fotovoltaicas e Eólicas vão crescer 5,9 GW em Capacidade até 2026
Até 2026, segundo levantamento da CCEE – Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, será injetada no Sistema Interligado Nacional (SIN) uma potência total de 5,9 GW de energia proveniente de parques eólicos e de usinas solares fotovoltaicas. Segundo a CCEE, serão investidos R$ 34 bilhões com a nova capacidade, sendo R$ 27,9 bilhões para as usinas eólicas e R$ 6,3 bilhões para as usinas fotovoltaicas.
Do total, que entrará em operação entre janeiro de 2023 e janeiro de 2026, serão 192 parques eólicos, com 4,5 GW, e 49 UFVs, com 1,4 GW, totalizando 241 novas usinas. Atualmente a matriz eólica conta com 813 usinas, com 21,9 GW de potência instalada enquanto a matriz fotovoltaica, com geração centralizada, soma 187 usinas, com 5,3 GW no total.
Leia a matéria completa em: clique aqui
Para saber as novidades do mercado fotovoltaico: clique aqui
-
Outorgas de UFVs disparam para atender ao mercado livre
No período de 2021 até março de 2022, segundo levantamento de dados oficiais feito pela consultoria Greener, foram outorgados 25,8 GW em projetos de usinas solares fotovoltaicas centralizadas. Isso fez o parque solar potencial do Brasil, já autorizado e apenas sujeito a sua implantação, subir para 43,7 GW, sendo 3,9 GW já em construção e 4,8 GW em operação e os restantes 35 GW com construção não iniciada. Os dados fazem parte do “Estudo Estratégico Grandes Usinas Solares 2022 – Mercado Livre e Regulado”, da Greener.
Embora o motor dessa expansão do setor se dê por demandas criadas no mercado livre de energia (ACL), já que apenas 1,2 GW dos novos projetos outorgados nos últimos meses são para o ambiente regulado (ACR), 76% dos 4,8 GW em operação tiveram sua geração comercializada no ACR durante o período. Em março de 2022, segundo aponta o estudo, foi atingida a operação de 1,1 GWm da fonte solar FV das grandes usinas, o equivalente a 1,5% da geração de energia do país.
Leia a matéria completa em: clique aqui
Para saber as novidades do mercado fotovoltaico: clique aqui
-
Energia Solar FV tem maior crescimento entre as energias renováveis e supera Energia Eólica
A energia solar fotovoltaica foi a fonte que mais colaborou com o crescimento da capacidade global de energia renovável registrado em 2021, segundo o último relatório estatístico anual da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês). Do total de 3.064 GW de capacidade de todas as fontes renováveis computado no final de 2021 ― o que representou crescimento de 9,1% (+256 GW) sobre o ano anterior ―, a fonte solar fotovoltaica aumentou em 18,7%% sua capacidade nova no ano, com 133 GW, chegando a uma potência instalada de 843 GW em 2021, contra 710,2 GW de 2020.
Embora em números absolutos a fonte hidrelétrica ainda seja a mais representativa, com 1230 GW (1,5% acima de 2020), a solar FV, junto com a fonte eólica, que cresceu 13% em 2021, representaram 88% de toda capacidade nova de energia renovável no ano. Como outro fato importante também registrado no relatório da Irena, 2021 foi marcado pela ultrapassagem da fonte solar sobre a eólica (onshore e offshore juntas). Em 2020, a eólica tinha capacidade de 731,7 GW, contra os 710,2 GW da solar FV, mas em 2021 ela atingiu apenas 824,8 GW (769 GW onshore e 55,6 GW offshore), abaixo dos 843 GW registrados pela solar FV.
O Brasil aparece como um dos países em destaque no crescimento, com 4,7 GW de acréscimo de potência solar FV, chegando a 13,05 GW no fim de 2021 (atualmente está com mais de 15 GW), em mesmo patamar de crescimento de países como Alemanha, que acrescentou 5,2 GW, alcançando 58,4 GW, e de Holanda e Espanha, que aumentaram a capacidade solar em 3,2 GW e 3,3 GW, respectivamente. No cômputo geral, o País ocupa, pelos dados do relatório, a 14ª posição em capacidade instalada.
A maior expansão regional no mundo em solar FV ocorreu na Ásia, com 76 GW, sendo os principais países a China, com 53 GW a mais (total de 306,4 GW) e a Índia, com 10,3 GW de acréscimo em 2021, chegando a 49,3 GW de capacidade. Outros destaques foram o Japão, com 4,4 GW implantados no ano passado (74,1 GW no total), e a Coreia, com 3,6 GW (total de 18,1 GW). Os Estados Unidos também tiveram crescimento relevante em solar, com 19,6 GW a mais no ano.
Leia a matéria completa em: clique aqui
Para saber as novidades do mercado fotovoltaico: clique aqui

-
Geração Distribuída com Sistemas Fotovoltaicos Alcança 10 GW no Brasil
A energia solar fotovoltaica atingiu nesta quinta-feira, 7 de abril, a marca de 10 GW de potência instalada em mais de 930 mil mini e microssistemas conectados à rede, segundo registrou o banco de informações de geração distribuída da Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica. O País possui atualmente 1,17 milhão de unidades consumidoras recebendo créditos da geração solar distribuída.
Segundo a agência, a marca é expressiva inclusive pelo ritmo acelerado da expansão: há menos de três anos, em junho de 2019, celebrava-se a marca de 1 GW de potência instalada de micro e minigeração. “Além de propiciar a redução nas faturas dos consumidores, esse modelo de micro e minigeração contribui para a matriz elétrica brasileira de forma sustentável, pois são instalações de geração a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada”, avaliou o diretor-geral da Aneel, André Pepitone. Este ano se completam 10 anos da publicação da Resolução Normativa nº 482/2012 da Aneel.
Levantamento da Absolar – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica mostra que desde 2012 foram investidos em GD solar no Brasil mais de R$ 52,4 bilhões e gerados mais de 300 mil empregos em todas as regiões do Brasil. Para a entidade, 2022 poderá ser o melhor ano da energia solar já registrado no País desde 2012, com o maior crescimento do mercado e do setor na última década. A pequena geração própria de energia solar deve praticamente dobrar a potência instalada, impulsionada pelos aumentos nas tarifas de energia elétrica acima da inflação e pela publicação da Lei nº 14.300/2022, o chamado marco legal da geração distribuída, que deve ser regulamentado pela Aneel em breve.
A tecnologia já está presente em mais de 5.470 municípios e em todos os estados brasileiros, sendo que o estado líder em potência instalada é Minas Gerais, seguido por São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Paraná, nessa ordem. Em número de sistemas instalados, os consumidores residenciais estão no topo da lista, com 77,3% das conexões. Em seguida aparecem os pequenos negócios dos setores de comércio e serviços (12,7%), consumidores rurais (7,7%), indústrias (2,0%), poder público (0,3%) e outros tipos, como serviços públicos (0,02%) e iluminação pública (0,01%). As residências também lideram em potência instalada, com 44,2%, seguidas de perto pelos consumidores dos setores de comércio e serviços, com 32,9%. Os consumidores rurais têm 13,9%, as indústrias 7,8%, o poder público 1,1%, serviços públicos 0,1%, e iluminação pública 0,02%.
-
Brasil atinge 14 GW de Capacidade de Sistemas e Usinas Fotovoltaicas
O Brasil alcançou a marca de 14 GW de potência operacional instalada da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração distribuída. O mapeamento, feito pela Absolar – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica com base em dados oficiais, leva em conta 9,3 GW de potência instalada em GD e 4,7 GW em usinas centralizadas em operação.
A Absolar considera o número histórico, já que a capacidade solar se equipara com a da maior usina hidrelétrica do País, a de Itaipu, que também tem 14 GW de capacidade instalada e é a segunda maior do mundo, atrás apenas da usina hidrelétrica de Três Gargantas, na China, com 22,5 GW.
Nos cálculos da associação, a fonte solar já trouxe ao Brasil mais de R$ 74,6 bilhões em novos investimentos, sendo R$ 49,5 bilhões em GD e R$ 25,1 bilhões em usinas centralizadas. Além disso, contando as duas modalidades de geração solar, R$ 20,9 bilhões já foram arrecadados aos cofres públicos e 420 mil empregos criados desde 2012.
Embora haja grande perspectiva de crescimento por meio da expansão de usinas centralizadas, já que há 31,6 GW em projetos outorgados no país, a expectativa da Absolar, para 2022, é de um crescimento ainda mais acelerado por conta dos sistemas de geração distribuída. Isso em razão do aumento nas tarifas de energia elétrica, que estimulam a autogeração, e por causa da entrada em vigor da Lei n° 14.300/2022, que criou o marco legal da GD.
Leia a matéria completa em: clique aqui
Para saber as novidades do mercado fotovoltaico: clique aqui
Acesse o infográfico da ABSOLAR em: clique aqui

-
Escola do Sol e Colaboradores iniciam novo projeto de extensão
O Núcleo Tecnológico de Energia Elétrica (NTEEL) e o Laboratório de Energias Renováveis e Aceitação Social (LabERAS) iniciam a execução, em março de 2022, do projeto de extensão “Escola do Sol: Aspectos Técnicos e Sociais da Eletrificação Rural e Urbana a Partir de Sistemas Fotovoltaicos“. O projeto de extensão foi aprovado no Edital nº 10/2021/PROEX – PROBOLSAS 2022.
O mapeamento, panorama e análise de aspectos técnicos e sociais da eletrificação rural e urbana a partir de sistemas fotovoltaicos no Sul de Santa Catarina serão contemplados no presente projeto de extensão. O mapeamento irá delimitar áreas e comunidades isoladas e/ou vulneráveis sem acesso à energia elétrica. Os sistemas fotovoltaicos conectados à rede em operação serão mapeados. Os aspectos técnicos compreendem projetos de eletrificação rural e urbana a partir de sistemas fotovoltaicos enquanto os aspectos sociais são contemplados a partir de métodos de análise de aceitação e percepção de energias renováveis. Também serão desenvolvidos materiais e instrumentos didáticos, mídias digitais, ações e eventos de divulgação científica e tecnológica no âmbito da Escola do Sol.
-
Marco Legal da Geração Distribuída é Aprovado no Congresso Nacional
No dia seguinte à aprovação pelo Senado Federal, o Projeto de Lei (PL) nº 5829/2019, que cria o marco legal da microgeração e minigeração distribuída no Brasil, foi aprovado pela Câmara dos Deputados nesta quinta-feira, 16 de dezembro. O texto retornou do Senado com uma série de emendas ao que havia sido aprovado pela Câmara em agosto, mas o relator da matéria, apresentou relatório rejeitando quase todas as emendas e obteve aprovação unânime.
O texto aprovado estipula uma transição para a cobrança, aos micro e minigeradores de energia elétrica, dos encargos e tarifas de uso dos sistemas de distribuição. Até 2045, mantém-se a situação atual (compensação total das dos componentes da tarifa) para as unidades com sistemas já conectados e para as que pedirem acesso às distribuidoras no prazo de até 12 meses contados da publicação da lei. O projeto também prevê transição de sete a nove anos com o pagamento escalonado da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD fio B) por aqueles que começarem a geração depois de 12 meses da nova lei. Mas, segundo a vice-presidente de geração distribuída da Absolar – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, Bárbara Rubim, análises feitas pela entidade mostram que mesmo o impacto dessa cobrança no prazo de retorno dos projetos será pequeno, principalmente para o segmento de microgeração. O Conselho Nacional de Política Energética e a Aneel terão 18 meses, a partir da publicação da lei, para estabelecer as diretrizes e a valoração dos custos e benefícios da geração distribuída a serem implementados após o período de transição.
A única emenda introduzida pelo Senado que foi mantida pela Câmara permite que as unidades flutuantes de geração fotovoltaica instaladas sobre reservatórios hídricos e lagos possam ser divididas em unidades que se enquadrem no limite máximo de potência instalada de microgeração ou minigeração distribuída. O texto aprovado seguiu para o presidente da República, que tem até 15 dias úteis para sancionar o projeto, transformando-o em lei.
Leia a matéria completa em: clique aqui
Para saber as novidades do mercado fotovoltaico: clique aqui
-
Escola do Sol Seleciona Bolsista para Projeto de Extensão
A Escola do Sol está selecionando bolsista para atuação no projeto de extensão “Escola do Sol: Aspectos Técnicos e Sociais da Eletrificação Rural e Urbana a Partir de Sistemas Fotovoltaicos“.
Requisitos:
– Estar regularmente matriculado no curso de Engenharia de Energia/UFSC;
– Não ter colação de grau prevista para o período de vigência da bolsa;
– Possuir índice de aproveitamento acumulado (IAA) igual ou superior a 6,0;
– Dispor de 20 horas semanais para dedicação ao projeto;
– Não ter vínculo empregatício ou receber outra bolsa de qualquer natureza (exceto a Bolsa Estudantil instituída pela Resolução nº 32/CUn/2013).
– Proatividade;
– Interesse em Energia Solar Fotovoltaica;
A bolsa tem vigência entre 01/03/2022 e 31/12/2022.
O início das atividades é 01/03/2022.
As(os) interessadas(os) devem entrar em contato com o Prof. Giuliano até dia 31/01/2022.
-
Preços de Sistemas Fotovoltaicos Residenciais (4kWp) em 2021
O estudo estratégico da Greener mostra que em junho/2016, um sistema fotovoltaico de 4kWp custava ao consumidor final, aproximadamente, R$35.080,00. Em junho/2021 esse sistema fotovoltaico custa, em média, R$19.520,00, representando uma queda de 44% em 5 anos.
Principais destaques do Estudo:
- Volume de módulos fotovoltaicos atinge 4,88 GW no primeiro semestre de 2021, superando o volume do ano todo de 2020.
- Apesar da elevação dos custos de equipamentos, os preços dos sistemas fotovoltaicos para o cliente final se mantiveram estáveis.
- Financiamento bancário já está presente em 54% das vendas de sistemas fotovoltaicos realizadas em 2021.
- Dentre os consumidores comerciais, o varejo, com destaque para supermercados, é o setor que mais instala sistemas fotovoltaicos representando 38% das instalações.
- As empresas de micro e pequeno porte lideram o uso de sistema fotovoltaicos. Na pesquisa, mais de 74% das instalações comerciais foram direcionadas para essa categoria.
Acesse o estudo estratégico do mercado fotovoltaico de geração distribuída em: clique aqui